Secretaria de Comunicação Social - BAHIA

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Invista na Bahia

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MINERAÇÃO

POR QUE INVESTIR NA BAHIA, VANTAGENS E DIFERENCIAIS

1. Possui um vasto potencial mineral, com mais de 40 bens minerais em exploração;

2. Estado mais bem estudado geologicamente, com seu território totalmente coberto por mapeamento geológico na escala 1:250.000; 50% mapeado em escala 1:100.000 e 100% mapeado em escala 1:1.000.000 disponível em meio digital, permitindo ao usuário manipular e reprocessar suas informações. Possui também 100% de sua superfície coberta por levantamento aerogeofísico, o que faz do estado um dos alvos mais procurados para pesquisa e prospecção do país;

3. A política mineral adotada pelo Governo da Bahia está voltada para a expansão da mineração, mediante ações que objetivam a descoberta de novas jazidas e depósitos, o diagnóstico da potencialidade mineral do Estado e desenvolvimento tecnológico;

4. Possui uma empresa governamental de pesquisa e desenvolvimento mineral, a Companhia Baiana de Pesquisa Mineral – CBPM, dedicada à divulgação das oportunidades de aproveitamento econômico dos prospectos, depósitos e jazidas minerais por ela descobertas e estudadas, visando transferi-las à iniciativa privada por meio de concorrência pública (o que é uma importante vantagem e diferencial da Bahia, pois permite que empresas privadas tenham acesso a áreas, já com a pesquisa preliminar realizada, poupando tempo e custos).

II. PERFIL SETORIAL

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg   Posição da Bahia no ranking nacional do setor (Agência Nacional de Mineração – Por Arrecadação de CFEM): 4º produtor nacional (4%), atrás de MG (41%), PA (23%) e GO (6%);

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg  Bahia em relação ao Nordeste: 1º lugar, com 40% da produção mineral da Região Nordeste;

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg   Único produtor nacional: urânio, vanádio, cromo e diamantes em kimberlitos;

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg  Primeiro produtor nacional: urânio, vanádio, cromo,  magnesita, diatomita, quartzo, talco e diamantes;

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg  Segundo maior produtor: bentonita, grafita e salgema;

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Terceiro produtor de cobre, água mineral, pedras preciosas (esmeralda, ametista, quartzo rutilado e etc) prata, feldspato e rochas ornamentais (único produtor mundial de granitos azuis e único produtor de nacional de mármore travertino - Bege Bahia);

 

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Destaque nacional na produção de ouro e na comercialização e exportação de molibdênio (produzido a partir dos rejeitos do garimpo de esmeralda);

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Em 2016 a entrou em produção, no município de Nordestina, a primeira mina de diamantes da América do Sul desenvolvida em rocha kimberlítica – a principal fonte primária do mineral, o que aumentou em mais de dez vezes a produção brasileira de diamantes, colocando o Brasil no pequeno grupo de produtores de diamantes diretamente da “fonte”, quais sejam Canadá, Rússia e África do Sul.

III. NÚMEROS DO SETOR NA BAHIA EM 2018:

http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Produção Mineral Baiana Comercializad(PMBC): R$ 3,2 bilhões, participando com cerca de 1,4% do PIB baiano

 

 

 http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Nº de Produtores: 379 das quais 10 empresas são responsáveis por 72% da PMBC;

 http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Empregos: em 2017 (último dado publicado pelo IBGE) gerou 14,8 mil empregos diretos (IBGE), 85% no semiárido baiano;

  http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Municípios Produtores:  registrou exploração em 175 municípios, sendo 10 deles responsáveis por 79% da PMBC, sendo: 

Jacobina (ouro, prata, areia, argila, brita e rocha ornamental), Jaguararí (cobre, argila e rocha ornamental) Barrocas (ouro), Brumado (magnesita, talco, rocha ornamental, areia, argila industrial, brita), Andorinha (cromo), Nordestina (diamantes), Simões Filho (areia, brita, argila e água mineral,), Maracás (vanádio e brita), Dias D’Ávila (água mineral) e Curaçá (cobre e rocha ornamental)

 

  http://www.sde.ba.gov.br/vs-arquivos/HtmlEditor/image/0_marcador_seta-azul.jpg Comércio Exterior: 

·     Exportações: US$ 939 milhões, sendo os  principais bens minerais exportados o vanádio, ouro, magnesita, outros metais preciosos, diamantes e rochas ornamentais.

·     Importações: US$ 770 milhões, concentraram-se  em mais de 92% nas entradas de cobre para atender a demanda da metalurgia da Pranapanema, que consome também o cobre produzido na Bahia. Em seguida, em pequeno percentual, aparece o titânio, fosfato e manganês e outros em percentual insignificante.

IV. PRINCIPAIS EMPRESAS E RESPECTIVOS BENS MINERAIS PRODUZIDOS:

 

Jacobina Mineração e Comércio Ltda (ouro), Mineração Caraíba S.A. (cobre), Fazenda Brasileiro  Desenvolvimento Mineral Ltda (ouro), Ferbasa (cromo, quartzo), Lípari Mineração (diamantes), Vanádio de Maracás (vanádio), Xilolite S.A. (talco e magnesita), Magnesita S/A (magnesita, cromo), Indaiá Brasil Águas Minerais (água mineral), Galvani Indústria, Comércio e Serviços S.A. (fosfatos).

Fonte: DNP / Elaboração: SDE

 

No cenário nacional, a Bahia goza de privilegiada posição quanto à utilização de recursos modernos de prospecção mineral, com 61% de seu território mapeado através de levantamentos aerogeofísicos. Ainda assim, o estado possui um dos maiores potenciais minerais inexplorados do Brasil.

A potencialidade do subsolo baiano para descoberta de novas jazidas e ampliação das reservas dos depósitos minerais existentes é comprovada pela quantidade de requerimentos de pesquisa protocolados peloDepartamento Nacional da Produção Mineral. O estado é, hoje, o primeiro do país em requisições de área para pesquisa mineral, especialmente, commodities minerais.

As perspectivas futuras da Bahia são as melhores possíveis, já que se encontram em fase de implantação novos empreendimentos e desenvolvimento de projetos para a produção de minério de ferro, pelotas, ferro-gusa, ferro-vanádio, tálio, bauxita, gipsita e a expansão da produção de ouro e magnesita, com investimentos da ordem de aproximadamente 20 bilhões até 2015, além de outros projetos em fase inicial de desenvolvimento, que vão desde as matérias-primas para fertilizantes até as terras-raras. Entre os novos empreendimentos em implantação no estado estão a Bahia Mineração, a Magnesita S.A, a Yamana Gold, a a Ferrobahia, a Ferrous Resources e a Rio Tinto Alcan.

O Governo da Bahia adota uma política mineral voltada para a expansão da mineração, mediante ações que objetivam a descoberta de novas jazidas e depósitos, o diagnóstico da potencialidade mineral do estado, o desenvolvimento tecnológico e a implantação de infraestrutura viária e energética que viabilizem empreendimentos privados no setor. A CBPM, Companhia Baiana de Pesquisa Mineral, é uma empresa governamental que dedica especial atenção à divulgação das oportunidades de aproveitamento econômico dos prospectos, depósitos e jazidas minerais por ela descobertas e estudadas, visando transferi-las à iniciativa privada por meio de concorrências públicas, poupando aos investidores os riscos, os custos e o longo tempo necessário à descoberta, estudo e legalização de uma jazida mineral adequada aos seus objetivos empresariais.

A política industrial do estado também tem como diretriz a agregação de valor na cadeia produtiva mineral pelo estímulo à transformação mineral em produtos de maior valor agregado. A Bahia conta, para isso, com uma política de incentivos à industrialização, acesso a centros de excelência para formação de mão-de-obra especializada e todo o apoio necessário para a implantação desses empreendimentos.

Os números do setor na Bahia:

5º produtor brasileiro;
1º produtor brasileiro de urânio, cromo, salgema, magnesita e talco;
Destaque nacional na produção de níquel, cobre, ouro, além de possuir a maior diversidade cromática de rochas ornamentais do país;
É o estado brasileiro mais bem estudado geologicamente, possuindo 61% de seu território com mapeamento através de levantamentos aerogeofísicos (307 mil km2);
Tem seu território, na sua quase totalidade, coberto por mapeamento geológico, na escala 1:250.000 e grande parte coberto por mapeamentos em escala 1:100.000, bem como outras escalas maiores;
Gera mais de 13 mil postos de trabalhos, dos quais 11.400 estão no interior, especialmente na região do semiárido e mais de 1.500 empregos na região metropolitana de Salvador;
Em sua pauta de exportações figuram o ouro, concentrado de níquel, minério de manganês e seus concentrados, sulfato de bário, cromita, ferro-ligas (Fe-Mn, Fe-Cr, Fe-Si-Cr), cátodos de cobre refinado, magnesita, ligas de alumínio, pedras preciosas e semipreciosas, mármores e granitos;
O Comércio Exterior de Bens Minerais na Bahia em 2011 superou um saldo de US$ 1,7 milhão

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